Como comecei

Antes de software virar profissão, era curiosidade. Por volta dos 14 anos, eu montava sites para servidores de Tibia, Mu e Ragnarok. Também tive um site próprio de animes em PHP, o SpardAnimes, com sistema de downloads e registros que ainda aparecem no Wayback Machine. Era improvisado, mas já tinha quase tudo que me fez ficar: interface, dados, sessão, deploy quebrado e usuário reclamando.

O que faço hoje

Atuo como desenvolvedor full stack com ênfase em frontend, principalmente em e-commerce. No dia a dia, trabalho com React, Next.js, TypeScript, Vite, Java, Node.js, APIs REST, MySQL, PostgreSQL e Docker. Minha rotina passa por jornadas de compra, checkout, PIX, cartão, antifraude, GTM, Pixel, autenticação, sessão, integrações com ERP e ajustes de performance.

A bagagem da engenharia

Sou formado em Análise e Desenvolvimento de Sistemas pela UniCesumar, mas antes trabalhei anos na construção civil com cálculo estrutural, projetos, orçamento, planejamento e execução de obras. Essa experiência aparece no jeito como escrevo código: decompor problemas, medir impacto, organizar restrições e tomar cuidado com decisões que parecem pequenas até chegarem na produção.

Por que escrevo

Escrevo para organizar o que aprendo construindo produto de verdade. Algumas lições vêm de documentação, outras de bug em checkout, integração que falha sexta-feira ou código legado que precisa continuar vendendo. Quando uma ideia não fica clara no texto, geralmente é porque ela ainda não estava clara para mim.